
Foto: portal r7.com
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, desembarcou no Brasil às 7h45 deste sábado (19) para sua primeira visita oficial ao país.
O primeiro compromisso oficial de Obama acontece às 10h, quando o líder encontra a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.
A nova presidente já demonstrou que os EUA voltaram a ganhar importância na diplomacia brasileira ao nomear, por exemplo, o ex-embaixador do Brasil em Washington, Antonio Patriota, como seu chanceler (ministro das Relações Exteriores). Obama também se apressou em vir ao país, invertendo a tradição (até então, eram os presidentes brasileiros quem primeiro visitavam os americanos).
A nova presidente já demonstrou que os EUA voltaram a ganhar importância na diplomacia brasileira ao nomear, por exemplo, o ex-embaixador do Brasil em Washington, Antonio Patriota, como seu chanceler (ministro das Relações Exteriores). Obama também se apressou em vir ao país, invertendo a tradição (até então, eram os presidentes brasileiros quem primeiro visitavam os americanos).
- A identificação já é natural por serem dois presidentes pioneiros [Dilma a primeira mulher presidente do Brasil, e Obama o primeiro negro na Presidência americana]. Desde que Dilma foi eleita, ambos deram sinais de relação será mais funcional, objetiva e reflexiva.
A viagem também será uma oportunidade para os EUA reconhecer o novo papel ocupado pelo Brasil na cena internacional, segundo a especialista.
A viagem também será uma oportunidade para os EUA reconhecer o novo papel ocupado pelo Brasil na cena internacional, segundo a especialista.
Economia deve dominar conversa
Obama chega ao Planalto às 10h, junto da mulher Michelle Obama. Após uma salva de tiros de canhão, o presidente americano terá uma conversa privada com Dilma.
A chamada “guerra cambial” movida pela China (com prejuízos aos EUA e ao Brasil) deve entrar na conversa, assim como o aumento de comércio entre os dois países. Antes o maior parceiro comercial dos brasileiros, os americanos tentam conter o avanço dos chineses na América Latina.
Da conversa pode sair algum acordo energético: os EUA estão interessados no petróleo do pré-sal e o Brasil quer vender etanol para os americanos. Além disso, Dilma e Obama podem fazer uma dobradinha em defesa da energia nuclear, já que tanto Brasil quanto os EUA pretendem construir mais usinas – e a crise no Japão pode afetar os planos.
fonte: r7
Obama chega ao Planalto às 10h, junto da mulher Michelle Obama. Após uma salva de tiros de canhão, o presidente americano terá uma conversa privada com Dilma.
A chamada “guerra cambial” movida pela China (com prejuízos aos EUA e ao Brasil) deve entrar na conversa, assim como o aumento de comércio entre os dois países. Antes o maior parceiro comercial dos brasileiros, os americanos tentam conter o avanço dos chineses na América Latina.
Da conversa pode sair algum acordo energético: os EUA estão interessados no petróleo do pré-sal e o Brasil quer vender etanol para os americanos. Além disso, Dilma e Obama podem fazer uma dobradinha em defesa da energia nuclear, já que tanto Brasil quanto os EUA pretendem construir mais usinas – e a crise no Japão pode afetar os planos.
fonte: r7