
Com a postura de neutralidade do prefeito João da Costa diante do pleito no Recife, o prefeiturável do PT, Humberto Costa, procura agora atrair para o seu palanque os integrantes da chamada “tropa de choque” do gestor. O primeiro a ser fisgado foi o ex-presidente estadual do PT, Jorge Perez, que no último sábado recebeu um telefonema do senador propondo uma conversa.
O fato não chegou a causar surpresa ao ex-dirigente, até porque na semana passada o mesmo já sinalizava sua adesão ao nome do correligionário e fez duras críticas ao governador Eduardo Campos, acusado de fazer um discurso falso para justificar a candidatura de Geraldo Júlio (PSB) no Recife.
Outros que apoiavam a reeleição de João da Costa poderão estar no palanque de Humberto nos próximos dias. Entre eles, o deputado federal Fernando Ferro e a deputada estadual Teresa Leitão. A expectativa agora gira em torno da reunião que o prefeito terá com o ex-presidente Lula nos próximos dias. O cacique petista tentará convencer o gestor a estar no palanque do PT no Recife, mas não será uma tarefa fácil. O impedimento se deve ao fato de antes mesmo de uma definição do nome para a disputa, João Paulo já declarava publicamente que não apoiaria João da Costa sob hipótese alguma.
Outros que apoiavam a reeleição de João da Costa poderão estar no palanque de Humberto nos próximos dias. Entre eles, o deputado federal Fernando Ferro e a deputada estadual Teresa Leitão. A expectativa agora gira em torno da reunião que o prefeito terá com o ex-presidente Lula nos próximos dias. O cacique petista tentará convencer o gestor a estar no palanque do PT no Recife, mas não será uma tarefa fácil. O impedimento se deve ao fato de antes mesmo de uma definição do nome para a disputa, João Paulo já declarava publicamente que não apoiaria João da Costa sob hipótese alguma.
. Numa reunião do grupo com o prefeito, na última sexta-feira, o gestor deixou claro o seu posicionamento de não participar da campanha em favor de Humberto, que tem como vice, o deputado federal e ex-prefeito João Paulo, mas deixou os companheiros livres para apoiarem a chapa majoritária no Recife.